divaldo franco

Porque nos conectamos com espíritos negativos segundo Divaldo Franco

Na questão 459 do Livro dos Espíritos, Allan Kardec é informado que espíritos nos influenciam em atos e pensamentos mais do que possamos imaginar ‘pois frequentemente são eles que vos dirigem’. Mas como mudar essa situação quando não conseguimos trazer mais leveza para o nosso ser? O que diz Divaldo Franco sobre essa tarefa de se elevar diante de uma carga emocional que parece ser insuportável?

Mudando nossa vibração, de acordo com Divaldo Franco

Divaldo Franco nos explica que, embora tenhamos sempre a influência do bem em nossa vidas, quando desviamos das condutas mais nobres, abrimos espaço para influências negativas. Ou seja, através do vício, hábitos perversos e doentios, facilmente ‘nos tornamos instrumentos de Espíritos equivalentes’. Explica em coluna de 10 de junho de 2021 do jornal A TARDE.

A tarefa de amor, começando pelo lar, com as pessoas que nos são próximas, mas que por ora estão esquecidas, precisando da nossa atenção e carinho, é o início do percurso dessa tão espera cura. Em outras palavras, mudança de vibração.

Em que estamos nos conectando?

A pergunta que devemos nos fazer é justamente essa, pois através das respostas que brotam no interior do nosso ser, seremos capazes de ajustar a sintonia. Ou seja, quando o rádio está emitindo apenas um ruído irritante, podemos mudar aquela sintonia até encontrar a estação com a música que desejamos.

Assim, mudamos de vibração. Mas obviamente isso exige renúncias de prazer momentâneos nos mais distintos campos da nossa vida. Em outras palavras, precisamos resgatar a pureza da nossa missão, que não está ligada a algo passageiro.

O eterno dos nossos dias

Embora hoje não seja possível, com a nossa consciência, perceber a beleza do imaterial e eterno, a serenidade que não tem preço que vez ou outra preenche nosso ser, podemos pelo menos caminhar no sentido dela.

Em conclusão, quanto mais nossos sonhos forem imateriais, com o amor de base, mais experimentaremos as melhores companhias e a felicidade verdadeira.