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Como cortar a influência do mal, segundo o Espiritismo

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espiritismo o mal em nossa vida

O que podemos fazer para cortar a influência do mal, principalmente espíritos obsessores, em nossa vida, de acordo com o Espiritismo? Qual a brecha encontram para agir e agravar a desarmonia em nossa vida?

Como cortar a influência do mal, segundo o Espiritismo

Em ‘O Livro dos Espíritos‘, Allan Kardec questiona se ‘pode o homem eximir-se da influência dos espíritos que procuram arrastá-lo ao mal’. A Espiritualidade responde que sim, ‘visto que tais espíritos só se apegam aos que que, pelos seus desejos, os chamam, ou aos que, pelos seus pensamentos, os atraem’.

Ou seja, ‘quando nada conseguem, abandonam o campo. Entretanto, ficam à espreita de um momento propício, como o gato que tocaia o rato’. Em outras palavras, se temos certa tendência a baixar a vibração, fruto de determinado pensamento ou ação, nos tornamos alvos constantes de irmãos desencarnados que ainda se encontram em desequilíbrio.

Mudança de vibração

A Espiritualidade explica à Kardec que ‘praticando o bem e pondo em Deus toda a vossa confiança, repelireis a influência dos espíritos inferiores e aniquilareis o império que desejem ter sobre vós. Guardai-vos de atender às sugestões dos espíritos que vos suscitam maus pensamentos, que sopram a discórdia entre vós outros e que vos insuflam as paixões más’.

Em consequência desse estágio, dessa situação, a obsessão pode se tornar uma realidade paralisante, agravando o estado de saúde, principalmente mental. Assim, afetando todas as áreas da vida. ‘Desconfiai especialmente dos que vos exaltam o orgulho, pois que esses vos assaltam pelo lado fraco’.

Humilde

Em conclusão: ao nos reconhecer como caminhantes, simples caminhantes, nesta encarnação, evitaremos qualquer deslumbramento. Com os pés no chão, seremos capazes de encontrar o equilíbrio de maneira mais fácil. Logo, melhoramos nossa vibração e companhias, encarnadas e desencarnadas.

Temos responsabilidade pelo que atraímos, pois a vibração depende unicamente de nós mesmos. Naturalmente passamos por inúmeras situações que nos desestabilizam, mas ainda assim nos cabe a prece, a resiliência, o descansar, o reconhecimento da dificuldade como aprendizado necessário para nossa evolução.

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