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5 coisas que você não sabia sobre Allan Kardec

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Conhecido tecnicamente como codificador do Espiritismo, Allan Kardec não chegou a ver a sua obra ser popularizada no país mais católico do mundo. Mas apesar de partir aos 64 anos, deixou base sólida para nortear ‘missionários’. No Brasil, podemos citar Dr. Bezerra de Menezes e Chico Xavier.

5 coisas que você não sabia sobre Allan Kardec

1. Recebeu a revelação de sua missão em 30 de abril de 1856

De acordo com a biografia de Allan Kardec divulgada pela União Espírita Mineira (UEM), a primeira revelação sobre sua missão foi recebida pela médium Japhet em 30 de abril de 1856. Ou seja, um ano antes de publicar ‘O Livro dos Espíritos’. O ainda professor Hippolyte Léon Denizard Rivail tinha 53 anos.

2. Kardec publicou 20 livros didáticos

Antes da primeira obra básica do Espiritismo, Kardec já tinha publicado 20 livros didáticos dos mais diferentes assuntos. De física, passando pela matemática e até de química. Em seguida, sendo utilizados por escolas e universidades.

3. Ele já tinha se chamado Allan Kardec

Em uma das sessões mediúnicas que participou, um espírito chamado Zéfiro revelou que ele se chamava Allan Kardec. Mas isso entre 58 e 44 anos antes de Cristo, na época do imperador Júlio César. Ele teria sido um líder druida na sociedade celta.

4. Era filho de pais católicos

Kardec era filho do juiz Jean-Baptiste e da dona de casa Jeanne. Uma século depois, o Espiritismo se difundiu no país mais católico do mundo, o Brasil.

5. Desencarnou vítima de um aneurisma

O professor realizou a passagem em 1869, aos 64 anos, vítima de um aneurisma – uma dilatação fora do comum de uma artéria.

Embora vivendo em uma realidade bem distante do Brasil, de alguma maneira sua busca por conhecimento continua na essência do movimento espírita. Assim, além da caridade, a mente aberta para o novo de uma Doutrina nova, na comparação com as outras crenças. Em outras palavras, uma Doutrina do abraço e sorriso de Chico Xavier e na dedicação total de Bezerra de Menezes.

Mas sem deixar de esquecer a essência, tendo como exemplo maior Jesus. Entretanto, encontrando dentro do ambiente de casa e do trabalho, as melhores pessoas, situações e ferramentas para a nossa melhora interior. Ou seja, fazendo despertar a chama divina em nós. Assim, irradiando de maneira plena o nosso melhor. Mas compreendendo que estamos aqui mais como alunos que professores.

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