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Visão espírita sobre adivinhações, cartomantes e búzios

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De acordo com o Espiritismo, todos possuímos algum grau de mediunidade, que deve ser exercida de maneira gratuita. A conduta do médium no sentido de auxiliar o próximo de maneira fraternal garante que espíritos do bem participem do processo de acolhimento. Ou seja, quando se envolve dinheiro, no caso das cartomantes, espíritos de baixa vibração passam a estar presentes.

Visão espírita das cartomantes

‘O Espiritismo não tem relação com adivinhações. Muito dessas práticas são realizadas através da mediunidade, que não deve ser cobrada. É uma faculdade dada ao ser encarnado gratuitamente com o objetivo de não protagonizar adivinhações de sua própria vida ou de outros. Mas com o objetivo de servir a coletividade humana, de atender os espíritos sofredores. De ser intuído das melhores tomadas de decisões na vida, cabendo sempre a essas criaturas serem os protagonistas das suas próprias histórias’, observa o psicanalista André Marouço, da TV Mundo Maior.

Consultar espíritos na visão do Espiritismo: cartomantes

‘É melhor não consultarmos espíritos por não sabermos qual espírito está respondendo nossas dúvidas. E pior que isso: pode ser que esse espírito seja inimigo de outras vidas, com objetivo claro de nós assustar, de nos tirar do eixo de nós próprios. Assim, protagonizar o nosso descaminho’, observa o psicanalista André Marouço, da TV Mundo Maior.

‘Essa pessoa que está usando a sua mediunidade para trazer recursos financeiros para si próprio geralmente ele está no processo de obsessão e de fascinação. Então, se trata de um espírito que usa dele para poder destruir a vida de outras criaturas ou inclusive a do próprio médium‘.

A visita dos espíritos dos nossos entes queridos

‘Assim como ele nos visita, nós também os visitamos. Enquanto dormimos, existe a emancipação da alma. Ou seja, o espírito se desprende do corpo, ligado pelo cordão fluídico. Assim, podemos ir até as colônias, como elas também podem vir’, pontua André Marouço.

Ele conta que podemos sentir uma falta inexplicável. Entretanto, na verdade, é o sentimento de um irmão espiritual que não está encarnado, vivendo conosco. Por isso, na visão espírita, Deus permite a visita de pessoas que se amam, mesmo que em planos diferentes.

Colônia espiritual: um mundo semelhante à Terra

‘A vasta literatura espírita nos revela que o mundo espiritual é semelhante à Terra. Um pouco mais adiantado. Alguns afirmam que boa parte da tecnologia que aqui está chegando, já existe lá há algum tempo’, observa o psicanalista André Marouço, da TV Mundo Maior.

‘O fato é que sabemos que no espaço infinito não há o vazio, não há o nada. Há sempre criação. Deus está criando o tempo inteiro’.

As imperfeições e os vícios após a morte do corpo

‘Se o espírito carrega com ele vícios e imperfeições que ele mesmo criou por suas escolhas… Ele é inteligente, mas usou a inteligência para abusar das emoções. Assim, quando ele morre, ele está com sofrimento moral. É uma sensação do espírito’, observa Paulo Henrique de Figueiredo, da TV Mundo Maior.

‘Mas, sem estar inconsciente desse mecanismo, ele interpreta o sofrimento moral que ele tem como um sofrimento físico. Ou seja, relembrando o que ele viveu em vida’.

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