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Saber sobre o nosso futuro pode nos atrapalhar?

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Uma das confusões mais comuns para iniciantes do Espiritismo é que a Doutrina realiza previsões. Ou seja, que vai dizer o que se deve ou não fazer para alcançar os sonhos. Que o futuro será dessa ou daquela maneira. Mas ocorre justamente ao contrário: o conhecimento divulgado por Allan Kardec nos coloca uma senso de responsabilidade pela nossa própria história.

A vontade de saber sobre o nosso futuro

‘Sem dúvida alguma. Ainda mais que tipo de futuro nós saberemos. Por exemplo, quando nós dizemos que quem está manuseando os búzios, o tarô, as outras artes adivinhatórias, está sendo auxiliando por um espírito. E que sou desmotivado a realizar uma viagem que estava planejando. E o que aconteceu? Eu perco o protagonismo da minha história acreditando naquela adivinhação. sem saber que muitas vezes o espírito que soprou a resposta tinha o objetivo de tirar do meu caminho. Pode até ser mesmo um inimigo meu de outra vida’, observa o psicanalista André Marouço, da TV Mundo Maior.

Ele aconselha a conhecer a si própria, seus pensamentos e ações. ‘Isso sim que vale muito a pena. Porque a partir do momento que nos conhecemos, naturalmente nós estruturamos um plano de melhoria continua de nós e para a coletividade’.

O encontro com o espírito que já morreu

Embora possamos sentir a presença de entes queridos durante o dia, durante o descanso noturno o encontro é mais certo de acontecer. Enquanto nosso corpo descansa, nosso espírito consegue acessar o mundo espiritual, ligado ainda pelo chamado cordão de prata.

‘Assim como ele nos visita, nós também os visitamos. Especialmente no momento que dormimos, existe a emancipação da alma. Ou seja, o espírito se despreende do corpo, ligado pelo cordão fluídico’, conta André Marouço.

A visita dos espíritos dos nossos entes queridos

‘Assim como ele nos visita, nós também os visitamos. Especialmente no momento que dormimos, existe a emancipação da alma. Ou seja, o espírito se desprende do corpo, ligado pelo cordão fluídico. Assim, podemos ir até as colônias, como elas também podem vir’, observa o psicanalista André Marouço, da TV Mundo Maior.

Ele conta que podemos sentir uma falta inexplicável e, na verdade, é de um irmão espiritual que não está encarnado, vivendo conosco. Por isso, na visão espírita, Deus permite a visita de pessoas que se amam, mesmo que em planos diferentes.

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