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Qual a conduta política do espírita

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Congresso nacional

VANIA MUGNATO DE VASCONCELOS

Há quem pense que Espiritismo não se mistura com política. Ledo engano! O Espiritismo evita partidarismos, mas estimula que espíritas integrem ativamente a sociedade agindo com a atitude reta que lhes deve ser característica marcante e isso inclui a participação política, pois de nada servirá ao homem ter religiosidade se esta não for aplicada às relações em todas as áreas, em forma de comportamento moral e ético.

Dentre as características esperadas a uma pessoa politicamente ativa, especialmente se for espírita, está a capacitação através do estudo, exemplificação através do comportamento, justiça através dos atos e postura pacífica que não se confunda com ingenuidade nem comodismo.

Congresso nacional

Todavia, ao invés de encontrarmos ruas repletas de pessoas com tais qualidades, vemos grande massa de descrentes. Sim, descrentes da política, da cidadania, do próximo e, pasmem, descrentes da fé que dizem sentir e que, via de regra, promete futuro melhor.

Por falta de convicção positiva e ativa, na atualidade vivemos grave problema socioeconômico e político que não se resolverá sem empenho, dedicação, esforço, suor e algumas lágrimas.

A postura do espírita nesse contexto, a qual efetivamente deveria ser de todos, deve ser de trabalho árduo e confiança plena. Trabalho focado na própria reforma moral que repercute nas instituições. Confiança de que a vida na Terra tem um destino que depende dos homens e é incentivada por Deus, que nos deseja harmonia e paz.

Não é tempo de “lavar mãos” perante o que não se pode solucionar de modo imediato. A solução das questões políticas do país exige muita atitude e persistência, além de paciência. É a realização do que é certo, justo, bom para todos, sem bairrismos nem individualismos que prejudiquem a renovação político-social.

A sociedade brasileira permitiu por muito tempo a deterioração do comportamento moral, da ética, consentiu que poucos se tornassem privilegiados, considerou heróis os que nada realizavam de útil, ignorando os que faziam algo pelo bem comum. Agora, cansados de tantos abusos, finalmente começamos trabalhosa reforma social e é persistindo no foco da moralização que venceremos a difícil fase que enfrentamos. Esse caos aparente passará, porém, o futuro que desejamos edificar precisa de fé e trabalho hoje! Precisa de todos nós.

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