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O que o Espiritismo diz sobre filhos que esqueceram dos pais

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espiritismo pais e filhos

O que diz o Espiritismo sobre os filhos que esqueceram dos pais? Que se afastaram de tal maneira que os pais possuem esse sentimento de abandono? Será que essa é uma definição correta ou os pais podem estar exagerando? Como lidar com esse conflito, ao mesmo tempo, interior e com quem temos tanta ligação, emocional e espiritual?

Filhos que esqueceram dos pais, segundo o Espiritismo

‘É muito comum em nossa cultura criamos uma expectativa que os filhos fossem nossas propriedades. A função paterna e materna existem para que possamos ajudar os nossos filhos literalmente a criarem asas’, observa o psicólogo Ildo Rosa, da TV Mundo Maior.

‘Dou um alerta: é muito mais prazeroso, muito mais gratificante aquele afeto que nos recolhemos na relação familiar, ou seja, pais e filhos, do que o grande desafio de trabalhar diariamente o afeto da relação conjugal’.

Afeto demais com os filhos

‘Muitos de nós investimos demais no vínculo com os filhos. Assim, acabamos criando mecanismos para tentar prendê-los próximos a nós. Não muito raro, daí nasce essa queixa’.

‘O grande desafio é estreitar os laços na relação conjugal. Aliás, se formos parar para pensar, o relacionamento começa no primeiro nível, que é o conjugal’.

A prática do bem diminui a carga da expiação

A prática do desapego, além da aceitação diante dos desafios com resignação, sem revolta, pode provocar significativa ou eliminação total da carga da expiação.

Só passamos por situações que nosso espírito ainda tenha necessidade para evoluir. Portanto, se o aprendizado que iria decorrer apenas no final daquele processo, não há razão para passarmos novamente.

A Lei de Causa e Efeito segundo o Espiritismo

De acordo com Fernando Rossit, com base no livro Ação e Reação (1957), de André Luiz, através da mediunidade de Chico Xavier, a chamada Lei de Causa e Efeito não é a do ‘olho por olho, dente por dente’.

‘Deus é bondoso e misericordioso. Não pune. Portanto, não castiga. No entanto, somos sempre responsáveis pelos desvios e erros cometidos, pois a Lei de Deus está gravada na nossa consciência’.

‘Quando erramos, prejudicando os outros, imprimimos os atos insanos na nossa consciência, que busca sempre a correção de rumo em direção à Deus. A única fatalidade é a Perfeição’.

Ou seja, precisamos nos compreender como humano que busca a evolução. Com vai errar naturalmente, mas não deve voltar a cometer os mesmos erros e praticando o desapego.

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