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O preparo das colônias espirituais para receber vítimas do Coronavírus

De acordo com o médium Divaldo Franco, as colônias espirituais foram comunicadas em setembro de 2019 de que a Terra passaria nos próximos meses por uma ‘imensa provação’. Ou seja, semanas antes o Coronavírus se espalhar pelo planeta. E que todas as comunidades precisariam estar preparadas. Assim, iniciou o processo de socorro às vítimas, marcado com o aviso sonoro de um clarim, algo que só ocorreu em 1939, no início da Segunda Guerra Mundial.

Acolhimento das primeiras vítimas de Covid

‘Quando começaram a surgir oficialmente as vítimas, por volta de janeiro de 2020, colônias como Nosso Lar e Redenção, começaram a se preparar para acolher as vítimas da calamidade’, revela. Ele conta que todas as comunidades espirituais, de cada país, ficaram em alerta. Ainda de acordo com o médium, socorros espirituais começaram já quando a doença era considerada uma epidemia.

Dessa forma, como enfermeiros espirituais, os trabalhadores dessas colônias passaram a se adaptar para serem o melhor suporte de auxílio. Em outras palavras, o ombro amigo para a carga emocional, momentos de dor e incompreensão de quem chega e ainda não possui o esclarecimento necessário.

Quem são as vítimas do Coronavírus

Segundo Divaldo, as mortes estão ligadas à Lei de Causa e Efeito. Ou seja, estão ligadas a questões do passado ou consequências de ações sem cuidado. Em outras palavras, o caso de uma pessoa que não seguiu os cuidados sanitários, se contaminou e realizou a passagem.

Estamos sempre colhendo nesta vida processos curativos que se acumulam ao longo da nossa existência de aproximadamente 40 mil anos, mas no cabe focar nessa vida a gratidão à vida, com fé amor e esperança.

Equivalente à Segunda Guerra

O clarim que soou nas colônias espirituais foi semelhante, de acordo com Divaldo Franco, com o que aparece no filme Nosso Lar. Foi o aviso da chegada de quem realizou a partida em decorrência da Segunda Guerra Mundial.

Em conclusão, o momento é muito delicado, com imensa carga de dor. Mas precisa ser ressignificado nos corações, buscando em primeiro momento a aceitação do ocorrido. Em seguida, ocorre o início do processo de cura e reconstrução.