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ARTIGOS

Divaldo Franco explica porque a Terra ainda possui crimes

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crimes na terra, por Divaldo Franco

Em entrevista à revista ‘O Consolar‘, o médium Divaldo Franco afirma que a Terra, mesmo em processo de evolução, apresenta grande volume de crimes em função dos espíritos inferiores encarnados. De acordo com ele, crianças vítimas de crimes são ‘espíritos velhos’ em resgate. Pois ninguém passa por algo que não precise passar.

Divaldo Franco explica que a Terra está em evolução, embora ainda registre crimes

‘Vivemos o momento da grande transição de mundo de provas e de expiações para mundo de regeneração, que ainda se demorará ocorrendo por algum tempo na Terra’.

‘É natural que estejam reencarnando, neste período, Espíritos inferiores que estavam retidos em regiões punitivas desde há muito, em face da crueldade de que são portadores. Muitos deles fizeram parte das tribos que invadiram a Europa e que, agora, estão sendo beneficiados pela oportunidade de optar pelo bem’.

‘Permanecendo vinculados ao primarismo em que se comprazem, serão exilados para outros planetas na escala dos mundos inferiores. A fim de se depurarem, retornando oportunamente. Porque “o Pai não deseja a morte do pecador mas sim a do pecado”, conforte acentuou Jesus’, observa Divaldo Franco.

Crimes contra crianças segundo Divaldo Franco

‘As atrocidades que sucedem amiúde, especialmente com crianças – Espíritos velhos em reencarnação libertadora – são também um convite à reflexão das demais pessoas, que marcham indiferentes aos acontecimentos dolorosos em relação ao seu próximo’.

‘Resgatando os seus graves delitos, esses Espíritos não necessitariam que outros fossem o instrumento da sua libertação. Pois a Divindade possui mecanismos especiais que dispensam o concurso desses infelizes. Mas se utiliza do seu estado primitivo para que se executem as propostas do progresso’.

Mundo de regeneração

A pandemia de Coronavírus tem provocado grande reflexão sobre a transformação do planeta, que já está acontecendo.

Desde a necessidade de amar mais ao próximo, que tivemos que aprender na convivência durante o isolamento, até a mudança no estilo de vida.

Uma busca para consumir menos, de maneira consciente. E no momento oportuno não necessitar da proteína animal. O início da pandemia ocorreu com o consumo de carnes exóticas em mercado da China.

Portanto, nos cabe despertar para essa nova consciência. Todos campos das nossas vidas estão sendo mudados nos últimos meses para melhorar se assim decidirmos encarar a nova realidade.

A pandemia parece ter ‘decidido por nós’ questões que deixamos acomodadas. E que agora exige atitudes da nossa parte. Atitudes que não só vão alterar o curso da nossa vida para o bem, mas também nos deixando mais próximos de nossos sonhos.

Crimes vão continuar acontecendo por um bom tempo na terra, não há dúvida. Mas nos cabe trabalhar a nossa essência para não ser parte desse ciclo mental, emocional e espiritual que gera essa corrente da morte.

Provas e expiações de acordo com o Espiritismo

As provas que enfrentamos são desafios e testes. De acordo com Fernando Rossit, ‘situações da vida que testamos nossas qualidades morais e desenvolvemos nossa inteligência’.

A expiação é período de reparar erros cometidos no passado. ‘Corrigimos o que fizemos de errado, ao mesmo tempo que nos desenvolvemos com a dor bem suportada’.

A Lei de Causa e Efeito

De acordo com Fernando Rossit, com base no livro Ação e Reação (1957), de André Luiz, através da mediunidade de Chico Xavier, a chamada Lei de Causa e Efeito não é a do ‘olho por olho, dente por dente’.

‘Deus é bondoso e misericordioso. Não pune. Portanto, não castiga. No entanto, somos sempre responsáveis pelos desvios e erros cometidos, pois a Lei de Deus está gravada na nossa consciência’.

‘Quando erramos, prejudicando os outros, imprimimos os atos insanos na nossa consciência, que busca sempre a correção de rumo em direção à Deus. A única fatalidade é a Perfeição’.

Ou seja, precisamos nos compreender como humano que busca evoluir. Errar será natural, mas não devemos voltar a cometer os mesmos erros e praticar o desapego.

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