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Diferença entre espírita e espiritualista segundo Allan Kardec

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O termo ‘espírita kardecista’ é redundante. Pois Allan Kardec criou a palavra ‘espírita’ na introdução de sua primeira obra, ‘O Livro dos Espíritos’, de 1857. Embora possam existir semelhanças com outras crenças, o Espiritismo tem como base a obra do codificador francês e não é seguido por religiões espiritualistas.

Qual a diferença entre espírita e espiritualista?

‘Os vocábulos espiritual, espiritualista e espiritualismo têm acepção bem definida. O espiritualismo é o oposto do materialismo. Quem quer que acredite haver em si alguma coisa mais que matéria, é espiritualista. Em vez das palavras espiritual, espiritualismo, empregamos, cuja forma lembra a origem e o sentido radical e que, por isso mesmo, apresentam a vantagem de ser perfeitamente inteligíveis, deixando ao vocábulo espiritualismo a acepção que lhe é própria. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas, ou, se quiserem, espiritistas’, revela Allan Kardec na introdução do ‘Livro dos Espíritos’, de 1857.

O que é o Espiritismo

O Espiritismo é uma ciência de observação e uma filosofia. Uma conexão do mundo espiritual e material, com o autoconhecimento baseado na relação entre os dois mundos.

De acordo com Allan Kardec, uma ciência nova para explicar ao homem suas maiores dúvidas sobre a vida de modo fácil e acessível.

Espiritismo no Brasil

Os primeiros fenômenos das ‘mesas girantes’ no Brasil foram noticiados no jornal ‘O Cearense’, em 1853. Com a chegada das primeiras obras de Allan Kardec ao país, grupos começaram a se formar na Bahia e no Rio de Janeiro.

Figuras como Dr. Bezerra de Menezes e Eurípedes Barsanulfo, no final do século XIX, fizeram o Espiritismo ser conhecido pelos brasileiros. Em seguida, no século passado, a obra de Francisco Cândido Xavier, Chico Xavier, chegou a milhares de leitores.

A missão do médium Chico Xavier e o exemplo espírita

Chico Xavier dizia que se esperasse estar pronto, nunca teria começado sua missão, mas não é o caso de nos compararmos com a missão dele. Todavia nos provoca uma reflexão.

Será que o medo e o receio é por falta de conhecimento? Por falta de estudo? Ou realmente se trata de uma questão fora totalmente dos passos que desejo da minha vida?

Em algum momento, a necessidade de encontrar essas respostas ficam mais fortes em nós. Dessa forma, encontramos essa sabedoria através dos estudos.

A resposta é individual, mas baseada no estudo, na experiência. Às vezes, adiamos algo importante em nossa existência pelo medo de dar o primeiro passo.

De alguma forma, estamos todos na busca de respostas. Não é vergonha perguntar, estudar, viver o nosso próprio tempo. É necessário, ou seja, faz parte do momento exato do despertar.

Médiuns como Chico Xavier e Divaldo Franco passaram por momentos difíceis nos primeiros anos de suas missões, mas se encontraram pela vontade interior de doar o amor em seus próprios passos.

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